É triste como há pessoas que vivem para criticar e difamar os outros, onde, ao mesmo tempo, adotam uma pseudo-postura de donos da verdade, senhores das técnicas, modelos de qualidades. Tenho convivido com este tipo de gente por toda a minha vida profissional.
Venho me "estressando" ao ouvir, quase diariamente, comentários do tipo: o oficial Fulano é medroso; o oficial Cicrano é incompetente; o praça Beltrano é relaxado; a mulher de Fulano tá saindo com Cicrano. Isto só para citar os comentários menos agressivos.
Na minha experiência no trato com este tipo de gente, tenho observado que são verdadeiros parasitas corporativos, pessoas incapazes de criar ou inovar procedimentos administrativos e operacionais, avessos à criatividade, pois, por serem medíocres, não aceitam a visão e o ponto-de-vista dos outros. As mudanças sempre serão ameaças para eles.
Hoje ao chegar em casa, folheando alguns livros de minha biblioteca (a melhor maneira de relaxar), peguei um livro de Marilete Vieira Tavares Zampar, Doutora em Inteligência Emocional pela World Development University (EUA); nele achei um trecho que esclarece de forma simples o porquê destas pessoas agirem assim:
"Estamos sempre depositando no outro uma parte do nosso eu. Quanto mais alienados, mais lançamos sobre o outro nossa censura e nossos problemas. O indivíduo alienado é o que reprova tudo - ações, palavras e sentimentos -, mas do próximo. É tão intransigente que não perdoa a menor falta, o menor deslize, do tipo que não pretende ver em si."


